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Aprender

O guia em linguagem simples sobre a conformidade de licenças de terceiros

O que as licenças open source realmente exigem, como as regras aparecem em produtos reais, e como produzir um registo que consiga defender. Escrito para quem responde a diligências contra o prazo, não para advogados.

Comece aqui

“Open source” não é uma autorização para lançar. É um contrato.

Cada biblioteca, tipo de letra, ícone, e SDK que inclui vem com condições: aviso, atribuição, por vezes copyleft. São padronizadas, públicas, e exequíveis, muitas vezes sem que ninguém na equipa as tenha lido. Aqui estão as três suposições que mais custam às equipas.

“É open source, podemos lançá-lo.”

As licenças permissivas continuam a exigir avisos de direitos de autor e de licença nas distribuições. O copyleft pode exigir ofertas de código-fonte. Nunca uma nota de rodapé numa wiki.

“Somos SaaS, as licenças não se aplicam.”

Algumas obrigações são mais leves para uso apenas em rede; muitas não são. Tipos de letra, instaladores, e recursos incluídos continuam a trazer deveres, e os compradores continuam a perguntar.

“O npm update é só um patch.”

Uma atualização de versão pode mudar a licença efetiva ou adicionar copyleft. As atualizações de rotina são a forma mais comum de a conformidade se quebrar sem ser notada.

Está a ler isto porque alguém pediu prova?

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